Você me ajuda a aprender uma nova linguagem?

Decidi aprender uma tecnologia nova do zero e documentar o processo inteiro. Não para mostrar que sei, mas justamente porque não sei. E aí mora a parte interessante.


Tem uma coisa que eu aprendi sobre ensinar: ninguém ensina melhor do que quem acabou de aprender.

Não é o expert de dez anos que vai lembrar o que trava na hora de entender recursão pela primeira vez. Não é quem já automatizou o raciocínio que vai conseguir explicar o que é difícil num conceito básico. Isso vai ficando opaco com o tempo.

E aí eu percebi que estava ficando longe demais disso.

A ideia

Decidi aprender uma tecnologia nova do zero. Algo que eu genuinamente não sei. Sem fingir que é simples, sem pular as partes chatas, sem usar o atalho de "já conheço algo parecido".

A intenção é dupla: aprender de verdade e, ao mesmo tempo, observar o processo por dentro. Aplicar as mesmas técnicas que eu uso e ensino, ver o que funciona na prática, ver o que eu precisaria ajustar.

Quando você está dentro do processo, percebe coisas que de fora você não perceberia. Qual etapa cansa mais. Onde a motivação cai. O que ajuda a retomar. Esses detalhes somem quando você já sabe tudo.

Como vai funcionar

A ideia é dedicar pelo menos uma hora por dia para esse processo. Documentar o que estou fazendo, o que deu certo, o que travou, que tipo de exercício está ajudando.

Não vai ser um tutorial. Vai ser um relato honesto de jornada, com acertos e com as partes que não funcionaram.

A IA vai fazer parte do processo também, mas de forma intencional. Vou usar como ferramenta de estudo, tirar dúvidas, pedir explicações alternativas quando alguma coisa não fechar. E vou documentar o que isso muda na prática: se acelera o entendimento, se remove fricção que seria produtiva, se cria uma falsa sensação de que aprendi quando na verdade só copiei uma resposta. Essa é uma das perguntas mais relevantes em 2026 para quem está aprendendo a programar, e eu quero responder com base em experiência real, não em opinião.

Tem um efeito colateral interessante nisso: se você estiver aprendendo alguma coisa agora, pode acompanhar os exercícios que eu for fazendo e aplicar na sua própria linguagem. O raciocínio de estudo é transferível mesmo quando a tecnologia é diferente.

Você escolhe o que eu aprendo

Aqui entra a parte onde eu preciso da sua ajuda.

Quero que você decida qual linguagem, framework ou biblioteca eu vou aprender. Pode ser algo que você quer que eu experimente, algo que você mesmo está aprendendo e quer ver sob outra perspectiva, ou simplesmente algo que te parece interessante e relevante.

Vai nos comentários do vídeo aqui embaixo, coloca o nome da tecnologia e, se quiser, por que você acha que vale a pena. Se a que você iria sugerir já estiver lá, da um like no comentário, assim consigo ver o que a galera mais quer.

Quanto mais voto, mais sinal claro eu tenho do que faz sentido aprender.

Por que isso importa

Tem um princípio simples por trás disso tudo: a melhor forma de melhorar em qualquer coisa é criar ciclos de feedback reais.

Não feedback teórico. Não "parece que isso funciona". Mas sim: fiz isso, obtive esse resultado, o que preciso ajustar?

Eu poderia continuar ensinando o que já sei sem nunca passar de volta pelo processo de aprendizado. Mas acho que esse experimento vai trazer lições que eu não consigo ter de outra forma.

E você vai ver tudo isso acontecendo em tempo real.


Então: qual tecnologia você quer que eu aprenda?